Decálogos da Internet

DECÁLOGO - Os 10 mandamentos da internet.



1- Web para todos.


O principal valor da Web é o social. Mais do que tecnológico, a Web é um ambiente de comunicação humana, de transações comerciais, de oportunidades para compartilhar conhecimentos. Esses conteúdos na Web devem estar disponíveis para todas as pessoas, independentemente do hardware, software, infraestrutura de rede, cultura, localização geográfica, habilidade física ou mental, condição socioeconômica ou de instrução de cada um.

2- Web em todas as coisas.


O número de dispositivos que podem acessar a Web cresce constantemente. Este já não é mais um ambiente próprio dos computadores de mesa. Navegamos através de celulares, TV digital, em automóveis e até mesmo via aparelhos domésticos. Essa abrangência requer que o conteúdo da Web preveja a possibilidade do acesso a partir de qualquer desses dispositivos, inclusive remotamente ou em movimento.

3- Web organizada em padrões.


Padronização tem o significado de criar um ambiente universal, onde é possível para todos saber o quê e como fazer, além de poder fazê-lo. Por isso os padrões devem ser abertos, internacionalmente aceitos e debatidos em organizações que possam acolher todos os interessados no desenvolvimento da Web, garantindo a independência de fornecedores e de tecnologias proprietárias. Especificações padronizadas e documentadas publicamente são fundamentais para a liberdade de publicação de conteúdo na Web e promovem sua manutenção em uma base contínua e estável.

4- Web acessível.


Garantir às pessoas com deficiência visual, auditiva, motora, mental ou de qualquer outra natureza as condições para que possam entender, navegar, interagir e se desenvolver no ambiente da Web é condição para que esta evolua num desenho universal inclusivo. A inclusão deve chegar também às novas gerações e aos idosos, considerando a necessária educação para gerar novas competências digitais.

5- Web confiável.


A Web, mais do que transformar o modo como nos comunicamos, alterou a natureza de nossas relações sociais. A Web é um ambiente com novos locais de encontros. Transações comerciais e relações pessoais acontecem muitas vezes sem que as pessoas se encontrem pessoalmente. A confiança na Web está diretamente associada ao direito de ampla liberdade de expressão, pesquisa e navegação, com a adoção de padrões e modelos tecnológicos que garantam privacidade e segurança aos usuários.

6- Web de múltiplos autores e leitores.


A Web é mais que um ambiente de leitura e pesquisa. Como ferramenta de comunicação, ela possibilita que qualquer pessoa, a qualquer momento, de qualquer lugar, compartilhe conhecimentos. Prover conteúdos na Web não é mais uma ação unidirecional. A publicação na Web, hoje, é uma confluência de hiperlinks de múltiplos autores interagindo. Manter essa arquitetura e adotar padrões universais são também garantias da sua diversidade.

7- Web a serviço da democracia.


A Web ultrapassou a fase de um gigantesco acervo de documentos. Ela é hoje um conjunto de serviços e dados referenciados, reutilizados e misturados em diversas aplicações para os mais diversos fins. O acesso a dados abertos, principalmente dados governamentais públicos, possibilita a interação dos cidadãos na comunidade, e destes com seus governos, nas suas diversas esferas e instâncias. Garantir o livre desenvolvimento de aplicações na Web com base em dados abertos é, hoje, um dos pilares de uma sociedade democrática.

8- Web para o desenvolvimento social e econômico.


A ampliação do uso da Web com as melhores práticas de comércio e governo eletrônicos promove o desenvolvimento da economia local. Estender esses benefícios às diversas camadas sociais, especialmente as necessitadas ou em locais remotos, por meio de políticas de inclusão digital e do uso de recursos de tecnologia móvel, trará soluções que aumentam o acesso aos serviços públicos em saúde, educação e assistência.

9- Web que preserva sua memória.


Definir estratégias e políticas de seleção dos conteúdos para a preservação da memória da Web, o maior repositório de informações criado pela humanidade, possibilitará às gerações futuras acessar a cultura representada na Web, além de viabilizá-la como objeto de estudo e pesquisa, inclusive para sua evolução. Recursos devem ser reservados para a preservação da Web brasileira e de sua memória em todas as facetas de sua cultura.

10- Web de todos.

A universalidade e diversidade da Web precisam ser mantidas e aprofundadas com a governança da internet brasileira, exercida a partir de um modelo democrático, transparente e pluralista, em que a participação dos diversos setores da sociedade seja assegurada. Governança que também é orientada pelos princípios da colaboração, da criação coletiva, da ética e dos direitos humanos.


Arpanet

ARPANET




ARPANET considerada a mãe da internet, foi criada com o objetivo de conectar as bases militares e os departamentos de pesquisa do governo americano, primeiramente usada dentro do pentágono, foi batizada por este como ARPANET.

Foi financiada inteiramente pelo governo norte-amaricano, pois havia um grande receio destes em ficar vulneráveis, então decidiram fazer uma rede de comunicação que os deixassem mais bem preparados e seguros contra qualquer tipo de ataques.

Eles fizeram essa rede com ligação em BACKBONE, pois esse tipo de rede é feito por debaixo da terra, então sem ter um espaço físico era impossível tentar destruí-los.

Em 1975 a ARPANET foi liberada para algumas universidades e outros órgãos da área de segurança, existiam aproximadamente uns 100 sites.

Foi no final da década de 70 que os pesquisadores perceberam que a ARPANET havia crescido tanto que decidiram mudar o seu protocolo de computação de pacotes original, chamado de Network Control Protocol (NCP), para um novo protocolo chamado : TCP/IP (Transfer Control Protocol / Internet Protocol)




QR CODE

QR CODE

O que é o QR Code?

QR-CODE nada mais é que um gráfico em 2d, que exibe de forma oculta determinadas informações, tais como: textos, páginas da internet, SMS ou números de telefone.

O conteúdo de cada QR-CODE pode ser lido por determinados equipamentos, bem como por aplicativos que são baixados gratuitamente pelo celular.

Podemos notar que o QR-CODE é mais usado pela mídia impressa (revistas, panfletos, outdoors e outros). Geralmente as editoras de revistas famosas, colocam o código QR em suas revistas para os leitores baixarem conteúdo exclusivo, ou algum adicional, como um meio de fidelização dos clientes.

Também usado em outros países pela mídia Televisiva, os telespectadores que assistem a um determinado programa, tem o aplicativo instalado por meio do código, o telespectador pode comprar ou receber informações extras sobre um produto.

O QR-CODE já foi implantado em alguns países até para auxiliar no serviço de pizza, estando presente em panfletos, outdoors entre outros.

Para mim a maior vantagem é que ele dispensa a necessidade de se digitar endereços da web, que muitas vezes é muito desconfortável ficar digitando em teclas minúsculas do celular. Pode ser que aqui no Brasil o QR-CODE se torne popular, bem eu estou torcendo pra isso, pois vai facilitar e muito a vida de todos nós!

Bit Coin

O que é BitCoin?



Bit coin é uma espécie de moeda online, criada em 2009, para a transferência de valores sejam eles anônimos ou não.

A Bit coin é uma moeda descentralizada, pois não existe nenhum órgão que cuida do seu gerenciamento. Portanto, as transações que envolvem o Bitc coin são feitas a partir da rede de compartilhamento p2p (ponto a ponto).

A BitCoin foi criada com o intuito de revolucionar a economia global (Foto: Reprodução) 

Como a BitCoin é gerada

As Bit coins são feitas pelos próprios usuários, por meio do processamento pelo computador, basta apenas instalar o programa certo e pronto, você já pode ir usar as Bit coins. Esse método é bom pois é quase impossível haver fraude ou ser hackeado.

CGI, NIC.br e W3C

O que é CGI ?

CGI é um comitê misto de pessoas que se reúnem para discutir temas voltados a área de tecnologia, este comitê

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) foi criado para coordenar e integrar todas as iniciativas de serviços Internet no país, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados.
Composto por membros do governo, do setor empresarial, do terceiro setor e da comunidade acadêmica, o CGI.br representa um modelo de governança na Internet pioneiro no que diz respeito à efetivação da participação da sociedade nas decisões envolvendo a implantação, administração e uso da rede. Com base nos princípios de multilateralidade, transparência e democracia, desde julho de 2004 o CGI.br elege democraticamente seus representantes da sociedade civil para participar das deliberações e debater prioridades para a internet, junto com o governo.

Composição do CGI.br

O Comitê Gestor da Internet é composto por 21 membros, sendo:
Organograma do CGI.br
  • nove representantes do Governo Federal
    • Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação;
    • Ministério das Comunicações;
    • Casa Civil da Presidência da República;
    • Ministério da Defesa;
    • Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior;
    • Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão;
    • Agência Nacional de Telecomunicações;
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico;
    • Conselho Nacional dos Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Informação - CONSECTI.
  • quatro representantes do setor empresarial
    • provedores de acesso e conteúdo;
    • provedores de infra-estrutura de telecomunicações;
    • indústria de bens de informática, telecomunicações e software;
    • segmento das empresas usuárias da Internet.
  • quatro representantes do terceiro setor
  • três representantes da comunidade científica e tecnológica
  • um representante de notório saber em assuntos de Internet
  Aqui estão os membros atuais do CGI:

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação:
VIRGÍLIO AUGUSTO FERNANDES ALMEIDA (coordenador), titular;
RAFAEL HENRIQUE RODRIGUES MOREIRA, suplente;

Casa Civil da Presidência da República:
RENATO DA SILVEIRA MARTINI, titular,
ANTÔNIO SÉRGIO BORBA CANGIANO, suplente;

Ministério das Comunicações:
MAXIMILIANO SALVADORI MARTINHÃO, titular;
FLÁVIO LENZ CESAR, suplente;

Ministério da Defesa:
LUIZ ANTONIO DE SOUZA CORDEIRO, titular;
ADRIANO SILVA MOTA, suplente;

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior:
NELSON AKIO FUJIMOTO, titular;
ALEXANDRE MOURA CABRAL, suplente;

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão:
NAZARÉ LOPES BRETAS, titular;
JOÃO BATISTA FERRI DE OLIVEIRA, suplente;

Agência Nacional de Telecomunicações:
MARCELO BECHARA DE SOUZA HOBAIKA, titular;
RODRIGO ZERBONE LOUREIRO, suplente;

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico:
ERNESTO COSTA DE PAULA, titular;
GERALDO SORTE, suplente;

Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação
JADIR JOSÉ PELA, titular
ODENILDO TEIXEIRA SENA, suplente

Representante de notório saber em assunto da Internet:
DEMI GETSCHKO

Representantes do setor empresarial:
a) provedores de acesso e conteúdo da Internet:
EDUARDO FUMES PARAJO, titular e
RICARDO LOPES SANCHEZ, suplente.

b) provedores de infra-estrutura de telecomunicações:
EDUARDO LEVY CARDOSO MOREIRA, titular; e
ALEXANDRE ANNENBERG NETTO, suplente.

c) indústria de bens de informática, de bens de telecomunicações e de software:
HENRIQUE FAULHABER, titular e
NORBERTO DIAS, suplente.

d) setor empresarial usuário:
CÁSSIO JORDÃO MOTTA VECCHIATTI, titular e
NIVALDO CLETO, suplente.
Representantes do terceiro setor:
SERGIO AMADEU DA SILVEIRA, titular;
VERIDIANA ALIMONTI, titular;
CARLOS ALBERTO AFONSO, titular; e
PERCIVAL HENRIQUES DE SOUZA NETO, titular.
JOSÉ RICARDO NEGRÃO, suplente;
VITOR HUGO DAS DORES FREITAS, suplente;
MARCUS AURÉLIO RIBEIRO MANHÃES, suplente; e
FLÁVIA LEFÈVRE GUIMARÃES, suplente.

Representantes da comunidade científica e tecnológica:
JOSÉ LUIZ RIBEIRO FILHO, titular;
FLÁVIO RECH WAGNER, titular;
LISANDRO ZAMBENEDETTI GRANVILLE, titular; e
OMAR KAMINSKI, suplente.


Secretário executivo: HARTMUT RICHARD GLASER

Atribuições

Entre as diversas atribuições e responsabilidades do CGI.br destacam-se:
  • a proposição de normas e procedimentos relativos à regulamentação das atividades na internet;
  • a recomendação de padrões e procedimentos técnicos operacionais para a internet no Brasil;
  • o estabelecimento de diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da internet no Brasil;
  • a promoção de estudos e padrões técnicos para a segurança das redes e serviços no país;
  • a coordenação da atribuição de endereços internet (IPs) e do registro de nomes de domínios usando <.br>;
  • a coleta, organização e disseminação de informações sobre os serviços internet, incluindo indicadores e estatísticas.

Atividades

O Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI.br mantém grupos de trabalho e coordena diversos projetos CGI.br criou uma entidade civil, sem fins lucrativos, denominada "Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR" - NIC.br.
em áreas de importância fundamental para o funcionamento e o desenvolvimento da internet no país. Para executar suas atividades, o
Registro.br
Desde 1995, o Registro.br é o executor de algumas das atribuições do Comitê Gestor da Internet no Brasil, entre as quais as atividades de registro de nomes de domínio, a administração e a publicação do DNS para o domínio <.br>. Realiza ainda os serviços de distribuição e manutenção de endereços internet. Em dezembro de 2008, havia mais de 1.530.000 domínios registrados no país. Para o LACNIC - Registro de Endereços Internet para a América Latina e Caribe, o Registro.br oferece os serviços de engenharia e hospedagem.
CERT.br
A segurança na internet é uma das grandes preocupações do Comitê Gestor da Internet no Brasil que, desde 1997, mantém o CERT.br - Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil. Além de tratar incidentes de segurança, o CERT.br realiza atividades de apoio a administradores de redes e usuários de internet no país. Destacam-se a produção de documentos sobre segurança de redes, a manutenção de estatísticas sobre spam e incidentes no Brasil e o desenvolvimento de mecanismos de alerta antecipado para redes possivelmente envolvidas em atividades maliciosas. O CERT.br atua na conscientização sobre os problemas de segurança, na correlação de eventos na internet brasileira e auxilia no estabelecimento de novos Grupos de Respostas a Incidentes (CSIRTs) no Brasil.
CETIC.br
O Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) é responsável pela produção de indicadores e estatísticas sobre a disponibilidade e uso da internet no Brasil, divulgando informações periódicas sobre o crescimento da rede no país. Esses dados são fundamentais para monitorar e avaliar o impacto sócio-econômico das TICs, e também para permitir a comparabilidade da realidade brasileira com a de outros países.
CEPTRO.br
O Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações (CEPTRO.br) é o órgão responsável pela execução de projetos aprovados pelo CGI.br e relacionados à Tecnologia de Redes e Operações na Internet. Cabe a ele desenvolver estudos que permitam a inovação e a melhoria do nível de qualidade técnica no uso da Internet, bem como pesquisar tecnologias de redes que estimulem a disseminação da Internet no País, buscando constantemente oportunidades para agregar valor a bens e serviços vinculados à Internet.
São projetos do CEPTRO.br:
PTT.br
O PTT.br é um ponto de troca de tráfego que fornece uma infraestrutura de conexão aos seus participantes distribuída em uma área metropolitana.
NTP.br
O NTP.br (Network Time Protocol) define um jeito para um grupo de computadores conversar entre si e acertar seus relógios, baseados em alguma fonte confiável de tempo, como os relógios atômicos do Observatório Nacional, que definem a Hora Legal Brasileira.



NIC.BR

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR - NIC.br foi criado para implementar as decisões e os projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI.br, que é o responsável por coordenar e integrar
as iniciativas e serviços da Internet no País.
O NIC.br é considerado o braço executivo do CGI.br. Dentre suas atribuições estão:
  • o registro e manutenção dos nomes de domínios que usam o <.br> , e a distribuição de números de Sistema Autônomo (ASN) e endereços IPv4 e IPv6 no País, por meio do Registro.br;
  • o tratamento e resposta a incidentes de segurança em computadores envolvendo redes conectadas à Internet no Brasil, atividades do CERT.br;
  • projetos que apoiem ou aperfeiçoem a infra-estrutura de redes no País, como a interconexão direta entre redes (PTT.br) e a distribuição da Hora Legal brasileira (NTP.br). Esses projetos estão a cargo do CEPTRO.br;
  • a produção e divulgação de indicadores,  estatísticas e informações estratégicas sobre o
    desenvolvimento da Internet no Brasil, sob responsabilidade do CETIC.br;
  • promover estudos e recomendar procedimentos, normas e padrões técnicos e operacionais, para a segurança das redes e serviços de Internet, bem assim para a sua crescente e adequada utilização pela sociedade.
  • o suporte técnico e operacional ao LACNIC, Registro de Endereços da Internet para a América Latina e Caribe.
  • hospedar o Escritório brasileiro do W3C, que tem como principal atribuição desenvolver padrões para Web.

Composição do NIC.br

O NIC.br é atualmente formado por quatro Centros, quatro Assessorias, e abriga ainda o o escritório brasileiro do W3C.
Os órgãos responsáveis pela administração do NIC.br são:
- Assembléia Geral
A Assembléia Geral é composta pelos associados fundadores, especiais e honorários, e é o órgão supremo com poderes para deliberar, em última instância, sobre quaisquer assuntos de interesse do NIC.br.
- Conselho de Administração
O Conselho de Administração, órgão de controle de administração do NIC.br, é composto por sete membros titulares e sete suplentes, eleitos pela Assembléia Geral. Dos sete componentes do Conselho de Administração, três são escolhidos dentre os representantes do governo federal no CGI.br e seus respectivos suplentes, e quatro entre os componentes da sociedade civil e seus respectivos suplentes.
Representantes eleitos pela Assembléia Geral dentre os membros de Governo no CGI.br
  • Paulo Bernardo Silva, titular;
    Maximiliano Martinhão, suplente;
  • Virgílio Augusto Fernandes Almeida, titular;
    Rafael Henrique Rodrigues Moreira, suplente;
  • Luiz Antônio De Souza Cordeiro, titular;
    Sidnei Yokoyama, suplente.
Representantes eleitos pela Assembléia Geral dentre os membros da Sociedade Civil
  • Percival Henriques De Souza Neto, titular;
    Carlos Alberto Afonso, suplente;
  • Flávio Rech Wagner, titular;
    Lisandro Zambenedetti Granville, suplente;
  • Eduardo Fumes Parajo, titular;
    Jaime Wagner, suplente;
  • Henrique Faulhaber, titular;
    Cássio Jordão Motta Vecchiatti, suplente.
Mandato - 09 março de 2013 a 8 de março de 2015
- Conselho Fiscal
Encarregado da fiscalização contábil e financeira do NIC.br.
Membros Titulares
  • Ernesto Costa de Paula
  • Nivaldo Cleto
  • Omar Kaminski
Membros Suplentes
  • Alexandre Annenberg Netto
  • Lisandro Zambenedetti Granville
  • Vitor Hugo das Dores Freitas
Mandato - 10 de junho de 2013 a 09 de junho de 2015
- Diretoria Executiva
A Diretoria Executiva é o órgão da administração executiva do NIC.br, cabendo-lhe cumprir a legislação pertinente, o Estatuto, o Regimento Interno e as deliberações do Conselho de Administração.
  • Demi Getschko, Diretor Presidente
  • Ricardo Narchi , Diretor Administrativo e Financeiro
  • Frederico Augusto de Carvalho Neves, Diretor de Serviços e de Tecnologia
  • Milton Kaoru Kashiwakura, Diretor de Projetos Especiais e de Desenvolvimento
  • Hartmut Richard Glaser, Diretor de Assessoria às Atividades do CGI.br
Periodicamente, os diretores se reúnem ao Conselho de Administração do NIC.br para informar o andamento das atividades internas.

Organograma do NIC.br

Devido a sua constituição, o NIC.br não pode ser dissociado do CGI.br. Sendo assim, sua estrutura apresenta-se da seguinte maneira:
Organograma do NIC.br
  • Registro.br - Registro de domínios ".br"
  • CERT.br - Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidente de Segurança no Brasil
  • CETIC.br - Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação
  • CEPTRO.br - Centro de Estudos e e Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações
  • W3C Brasil - Escritório brasileiro do W3C (World Wide Web Consortium



W3C


O Consórcio World Wide Web

O Consórcio World Wide Web (W3C) - é uma associação internacional, formada por uma equipe de tempo integral, organizações associadas e o público, onde trabalham juntos para desenvolver padrões para a Web.
A missão do W3C é:
"Conduzir a World Wide Web para que atinja todo seu potencial, desenvolvendo protocolos e diretrizes que garantam seu crescimento de longo prazo."
Desde 1994 o W3C vem cumprindo sua missão criando padrões e diretrizes para Web. Sendo já publicado mais de 110 padrões, intitulados como Recomendações do W3C, ou seja, Tim Berners-Lee e outros criaram o W3C como um consórcio na intensão de construir um bom senso em torno das tecnologias da Web.
A questão de serem um consórcio internacional, está relacionado a colaboração da equipe e filiados, com o trabalho para garantirem que a Web continuará crescendo no futuro, ajeitando o acesso cada vez maior de pessoas, equipamentos e softwares.
Um dos objetivos básicos do W3C é tornar acessível à todas as pessoas essa importância social da comunicação humana e a chance de compartir conhecimento, independentemente do seu aparelho, software, infra-estrutura de rede, idioma, cultura, localização geográfica ou capacidade física ou mental.


Tendências da Internet

Tendências da Internet 

Para onde a internet está nos levando ?

Hoje em dia é fácil observar como as novas tecnologias estão cada vez melhores, cada dia mais evoluídas, tonando-se tendências.
Na internet notamos também a evolução dessas tendências, que na maioria dos casos trazem resultados transformadores, e auxiliam o desenvolvimento da sociedade.

Começarei falando sobre:

 

Desmaterialização

É uma ideia que particularmente é muito atrativa, pois se apresenta como uma rota alternativa frente ao atual modelo de produção e consumo, que tem causado o esgotamento dos recursos naturais. Como consequência de uma economia baseada na lógica do descartável, desenvolvida nos últimos 50 anos, a humanidade ultrapassou em 20% a capacidade de suporte e reposição da biosfera.
Também traz comodidade as pessoas pois daqui a alguns anos, poderemos fazer tudo pela internet, pelo celular.
Eletrônicos que cabem na palma da mão, softwares de comunicação reduzindo a necessidade de deslocamentos. Esses são apenas alguns exemplos de desmaterialização. O tema – como se vê – não é necessariamente novo, mas ganhou fôlego com a expansão das tecnologias da comunicação e informação e a promessa de substituir átomos por bits.
Por isso podemos concordar que essa tendência é algo muito benéfico para toda a população, pois além da comodidade, ajuda na questão do esgotamento de recursos naturais. Definitivamente, eu espero que essa tendência seja duradoura e próspera.



Desmonetização 

Como o próprio nome diz, significa a anulação dos recursos, ou seja empresas que são há muito tempo fundadas, estão sendo desbancadas por empresas que oferecem o mesmo serviço, só que com mais facilidade e muitas vezes gratuitamente.
Vejamos alguns exemplos:


Skype:

O Skype é o software que permite que você converse com o mundo inteiro. Milhões de pessoas e empresas usam o Skype para fazer de graça chamadas com vídeo e chamadas de voz, enviar mensagens de chat e compartilhar arquivos com outras pessoas pelo Skype. Você pode usar o Skype como for melhor para você: no seu celular, computador ou em uma TV com o Skype instalado.O Skype é fácil de usar e o download é grátis.
Como podem ver, o SKYPE acaba desbancando as outras operadoras que tem como objetivo vender linhas telefônicas tais como: VIVO, NET, entre outras, pois diversos usuários preferem utilizar algo gratuito que funciona tanto em rede nacional quando no exterior.





WhatsApp:

WhatsApp Messenger é uma aplicação multiplataforma de mensagens instantâneas para smartphones. Além de mensagens de texto, os usuários podem enviar imagens, vídeos e mensagens de áudio de mídia. O software cliente está disponível para Android, BlackBerry OS, iOS, Symbian, Windows Phone, e Nokia.
Competindo com uma série de serviços por exemplo: Claro, Vivo, Tim e Oi, o WhatsApp cresceu de 2 bilhões de mensagens por dia em abril de 2012 para 10 bilhões em agosto do mesmo ano. De acordo com o Financial Times , WhatsApp "tem feito para SMS em celulares o que o Skype fez para chamadas internacionais em telefones fixos ".
Com esses exemplos podemos ver nitidamente que a tendência de desmonetização é maravilhosa, pois anula serviços que geralmente são muito caros, e dá a chance de todas as pessoas no mundo se conectarem através de SMS e ligações com vídeos. Particularmente, a desmonetização é um avanço incrível e todos esperamos que continue assim, com grandes avanços !




Gamification

 O que é “gamification”?
É a técnica de transformar as coisas que fazemos no cotidiano, em jogos, para se tornar algo agradável.Na prática, as empresas oferecem recompensas a participantes que realizam tarefas pré-determinadas, voltadas para a recomendação, a divulgação, a avaliação ou a captação de novos clientes para a marca.

A mecânica envolve a definição de tarefas que estejam de acordo com o objetivo da empresa, a criação de regras e a aplicação de sistemas de monitoramento. As recompensas pelas interações dos usuários podem variar desde incentivos virtuais, como medalhas, até prêmios físicos.


Duolingo:
Um exemplo interessante é a plataforma Duolingo,é um site de ensino de idiomas gratuito utilizando uma plataforma crowdsourcing de tradução de textos. O serviço funciona de maneira que os usuários progridam nas lições ao mesmo tempo que traduzem conteúdo real da internet. Até dezembro de 2012, o site oferecia espanhol, francês, alemão, italiano e português para falantes de inglês, bem como inglês para falantes de português, espanhol e italiano. O duolingo anunciou oferecer em breve chinês.

A vantagem do modelo é que ele instiga duas fortes características do ser humano: a cooperação e a competitividade.

A participação cada vez maior das pessoas nas redes sociais contribui para a criação de um solo fértil para o uso de mecanismos de games na divulgação de marcas, já que existe uma tendência natural de recomendação e interação do público com empresas com as quais tem afinidade.




 Captcha:


Você é uma pessoa de verdade? Navegando na web com certeza você já se deparou com alguma pergunta como essa ao tentar inserir um comentário ou cadastrar um login e senha em algum site. Embora a primeira vista a pergunta pareça estúpida, sua proposta faz todo o sentido em se tratando de segurança.

Perguntas como essa são um exemplo de captcha. O termo é um acrônimo para Completely Automated Public Turing Test to Tell Computers and Humans Apart ou, numa tradução direta, teste de Turing público completamente automatizado para diferenciação entre computadores e humanos.

E para que isso serve? Em linhas gerais, os captcha servem como uma ferramenta auxiliar para evitar spams ou mensagens disparadas por outros computadores ou robôs. A idéia é que a resposta os teste de captcha seja de solução impossível para um computador permitindo, assim, que somente seres humanos tenham acesso a determinados conteúdos ou possam enviar informações.


A Internet das Coisas

É uma inovação tecnológica que realça o futuro da computação e da comunicação, havendo uma interação do mundo físico e o mundo digital, permitindo que os objetos façam parte dos sistemas de informação. Para agregar os objetos e aparelhos do dia-a-dia a grandes bases de dados e na Internet, é fundamental um sistema de identificação. Só assim torna-se possível coligir e registrar os dados sobre cada uma das coisas. O objetivo é dar acesso a esses objetos para que se comuniquem com outros dispositivos na web.

* Geladeira
Um projeto desenvolvido no Brasil cria uma lista a partir dos produtos (com código de barras) colocados na geladeira. Quando algum deles acaba, a própria geladeira envia uma solicitação para o supermercado encomendando os que acabaram. 


* TV
O acesso da TV a Internet, possibilitaria ela ligar nos canais mais assistidos, ou até gravar e baixar os programas favoritos da internet sem que ela seja programada. Ademais, aplicativos elaborados para televisores concederiam a interação com apresentadores de programas na TV pela rede, em tempo real.


* Dispositivos portáteis
Na Internet das Coisas, os dispositivos portáteis são aquilo que mais está próximo do usuário, de acordo com essa comunicação entre esses objetos na web. São aparelhos móveis que nos possibilitam a navegar por n sites da Web a qualquer hora e em qualquer lugar. Com o potencial de se tornarem centrais de informações móveis sobre os dispositivos conectados a rede mundial (Internet), com a vantagem de estar sempre por perto do usuário.


Big Data



 O que é BIG DATA ?

 Quando falamos em BIG DATA, muitos nem se quer imaginam o que é e para que serve. Principalmente nós, alunos ingressantes em um curso voltado para internet, que estamos tendo um contato mais aprofundado sobre o tema.
Pelo que pude entender BIG DATA nada mais é que uma técnica ou recursos computacionais, que permitem agregar todos os bancos de dados estruturados e não estruturados e os transforma em uma gigantesca quantidade de informações.
A pergunta que vem instantaneamente a seguir é: E para que armazenar tanta informação? Qual o propósito?
No século em que vivemos é fácil notar que precisamos de informação para tudo que iremos fazer. Sendo assim esse grande número de informações serve para buscar novas tendências no mercado, monitorar o consumo, novas ferramentas que podem ser desenvolvidas e para melhorar tudo o que já tem um resultado positivo.
Contudo, pude concluir que o BIG DATA é essencial para que as tecnologias continuem crescendo, para que as ferramentas sejam cada vez mais modernas, para que sempre haja tendências inovadoras, o que facilita e muito o desenvolvimento tecnológico.


Vejamos um excelente vídeo que reforça a ideia:







Para que seja melhor entendido, selecionei um texto do site http://www.webinterativa.com.br  que realmente é muito interessante e explica de forma clara e objetiva sobre no que o BIG DATA se baseia:

Alguns casos interessantes…

  1. Em 2011, pesquisadores americanos perceberam o deslocamento anormal de dois milhões de chips SIM na região de Porto Príncipe no Haiti. A anormalidade representava o terremoto que matou milhares de pessoas. O atendimento humanitário, apesar de não ter evitado a tragédia, foi agilizado graças a esse tipo de informação.
  2. Você sabia que quem consome Gatorade tem mais chance de comprar laxantes? Essa é apenas uma, entre as milhões de conclusão sobre hábitos de consumo, que empresas de varejo como o Wal Mart e a Dollar General chegaram através da analise de relacionamento entre produtos colocados nos seus carrinhos de compra.
  3. O Oakland Athletics bateu o recorde de 20 vitórias consecutivas na liga americana de baseball, montando um time com jogadores medianos a partir do cruzamento de uma massa de dados estatísticos de desempenho. A história é retratada no filme MoneyBall com Brad Pitt.
  4. A dinamarquesa Vestas Wind, cruzou quantidades absurdas de dados sobre desmatamento, fluxo de marés e velocidade média do vento, para definir com mais precisão os locais de instalação de suas turbinas eólicas. Algo que duraria meses em análise a pouquissimo tempo atrás, pode ser concluído hoje em poucas horas.
EM QUE SE BASEIA O BIG DATA?
Big Data sustenta-se na teoria dos 5 V’s:
Velocidade
No Big Data dados são transmitidos em grandes velocidades, pesquisas realizadas no MIT já apontam para uma internet baseada em “tele transporte” como nos filmes de ficção científica.
Volume
90% de toda a informação disponível na internet foi criada em apenas seus últimos 3 anos. Este processo está apenas em crescimento com a adoção da computação nas nuvens por arte das grandes campainhas.
Variedade
Big Data se ocupa de dados não estruturados para contextualizá-los e permitir que estes ofereçam respostas estratégicas. O relacionamento de informações que aparentemente não tem relação é fundamental.
Veracidade
O ônus de um grande volume de dados é que em sua grande maioria eles não representam a verdade dos fatos. O Big Data em seus processos, deve validar obrigatoriamente a credibilidade das informações que processa.
Valor
O mais subjetivo dos pontos relacionados ao Big Data, e seguramente o último a se tornar independente da presença humana em sua avaliação, é a relação de “relevância” que os dados devem produzir. No oceano de dados inúteis, decisões estratégicas precisam de conteúdos relevantes.

Qual sua opinião sobre o BIG DATA?